Nada mais podia acontecer, limitados pelo limite impaciente de suas mentes, qual é coisa qual é ela que é?
Quem vive, vai, quem vai, vive, conceitos simplificados que a viciada mente humana luta para manter complicados.
A vida não pode ser assim, tem que ser assim e assim, julgamentos e estruturas formadas pelo caminhar de um eu não presente, preso àquilo que acha que achava e àquilo que pensa que pensava.
A mudança sentiu-se no ar estagnado que lutava por se mexer, nada aparente mudou, mas a essência de um ser dificilmente voltaria a ser a mesma.
E eu cresceu, expandiu-se, afastou-se mais um pouco das grandes massas de 'normalidade' e encontrou o conforto da solidão, não física mas mental, espiritual até.
O decorrer do tempo lhe ensinara que muito é passível, tanto outro tão necessário.
As nuvens se foram, o sol radiante furou por entre tudo aquilo que não era mais, estiveste longe, perdido, escondido num buraco longe da possível atenção atenta de tantos, e percebeste.
O inegável que se negou, o negável que se aceitou, tudo te levou, tudo te formou.
Cumprimentos.
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