01 abril 2014

Ventos levados por Ventanias inconstantes

A ira rodeada de aqueles que prontamente longe se posicionaram deles mesmos.

Nada mais podia acontecer, limitados pelo limite impaciente de suas mentes, qual é coisa qual é ela que é?
Quem vive, vai, quem vai, vive, conceitos simplificados que a viciada mente humana luta para manter complicados.

A vida não pode ser assim, tem que ser assim e assim, julgamentos e estruturas formadas pelo caminhar de um eu não presente, preso àquilo que acha que achava e àquilo que pensa que pensava.

A mudança sentiu-se no ar estagnado que lutava por se mexer, nada aparente mudou, mas a essência de um ser dificilmente voltaria a ser a mesma.

E eu cresceu, expandiu-se, afastou-se mais um pouco das grandes massas de 'normalidade' e encontrou o conforto da solidão, não física mas mental, espiritual até.

O decorrer do tempo lhe ensinara que muito é passível, tanto outro tão necessário.

As nuvens se foram, o sol radiante furou por entre tudo aquilo que não era mais, estiveste longe, perdido, escondido num buraco longe da possível atenção atenta de tantos, e percebeste.

O inegável que se negou, o negável que se aceitou, tudo te levou, tudo te formou.

Cumprimentos.

Sem comentários:

Enviar um comentário