Nada se mantém, tudo muda, como o afirmar ser que regressa do momento presente vivido, sentido, preciso. O que somos, fomos, iremos ser.
Pensares que marcam mas nada remarcam, ultrapassadas nuvens solitárias da réstia nua de um eu. Não mais podia negar, lutar contra, não ver. A ilusão aparece, transparece, parece, carraça que fica, que não pode tornar.
Apaixonei me, amei, percebi.
O crescimento entrópico de mim, de ti, do conjunto energético de movimentos reflectidos em folhas alheias, imperfeitas pilhas precisas do encher, do ver, do sentir.
Skate Park, Coimbra '14
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