Reconheci. Memórias de um alguém à muito perdido voltaram ao meu ser, por momentos reflecti sobre o tudo que um dia foi e hoje não mais era. Porquê?
Não existe definição concreta para a definição dos nossos eus, como podemos perder nós algo que no fundo não é nosso para possuir? Poderá, num equívoco das linhas do viver, ser somente uma peculiaridade das nossas infantes formas de vida, a capacidade de pequenos actos, pela mão e mente de milhões, mudar o decorrer de um todo de tantos alguéns? E se assim for que poder temos nós para seguir somente o que nós, pela nossa sã e clara mente, decidimos ser?
Quando a simples conclusão que temos a capacidade de chegar é, quando o momento ansioso e o peculiar sentido antecipadamente chega, quando o tudo que tão firmemente pensávamos saber na realidade não é, o ser revolta, reflecte e restringe-se, por simples complexos momentos, da vida, porque todo aquele que sente, sabe.
Cumprimentos.
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