27 janeiro 2013

Voltagens de um bem maior

Lágrimas, derramadas sobre um manto inútil pairando sobre ar estagnado, tentativas fúteis de sem noção tentar um algo demasiado demasiado. Porquê? Existente é a razão que voa sobre um tal algo que tantos falaram, que tantos debateram, que tantos comentaram, e que fizeram!? Nada. Continuaram, nada se passou, débeis memórias recentes dissolvidas naquele que era, sem alguma dúvida, o querer, o fundamental desejo que atraía, chamava, puxava, os fracos que contra tal nada podiam contra.

Como lutar um mal que te supera em todos os níveis, conseguir sobre tais tão réstia possibilidade de um tal incerto possível mas peculiar algo, e depois? Nas impossibilidades está a verdadeira magia de quem cá está, o poder sobre consciente e sã mente decidir fazer, agir, actuar sobre tenebrosas potências que nada ninguém consegue contra, individualmente. União? Vontade? Igualdade? Longe já vão aqueles que levavam isso no coração, viviam sobre ele, com ele, por ele, lutaram tantos, morreram tantos mais e para quê? Para o inconsciente agora poder de ter pedaços de prazer vazio que tantos nem consciente consciência têm que têm? Quando o coração não é quem bate mais alto, quando o simples desejo de algo mais não é o que movimenta, quando tudo o que interessa são meros e vulgares interesses, sem meia nem pé, sem perna nem calça, que só consegue o que a ninguém se não ao pessoal assim dá. Inveja, egoísmo, ganância, ódio, porquê? Se em tantos anos de existência ninguém chegou à puta e mera conclusão que é e são esses valores e ideais negativos que destroem  e corrompem esta sociedade, e acima de tudo este mundo, porque raios ainda nada foi feito sobre tal!? Não somos nós capazes de uma mudança pelo bem de todos, seremos todos nós assim tão egoístas que só conseguimos pensar naquilo que, ao fim do dia, só interessa para mim, para ti, para ele, para nós. O mundo é maior, o mundo precisa, nós somos o mundo.

Cumprimentos

Sem comentários:

Enviar um comentário