04 fevereiro 2014

Direcções e Caminhos

O mundo navega-se no furor de tudo o que é, incógnito da razão não aparente que se sente externa.

Viajamos por escolhas achadas numa razão muitas vezes incerta de si mesma, mas continuamos, achamos naquele presente que é o mais correcto, e aquilo que no fim nos levará aquilo que achamos querer.

Mas o que é que verdadeiramente queremos?

Sucesso? Amor? Dinheiro? Adrenalina? Materialismo? Diferença?

Talvez tudo o que uma pessoa queira é ser feliz, consigo e com os outros, feliz no momento que ouve uma música, feliz quando conversa sobre aquele tema, feliz quando vive um momento que não trocaria por qualquer outro em toda a possível vida, e quando esses momentos começam a escassear? O que é que a vida fez para nos afastar deles? Nada.

Altos e baixos, esquerdas e direitas, rectas e curvas, montes e vales, nada é constante na vida porque a mudança é a essência desta, é o contraste de biliões de diferentes coisas que no caos das suas existências formam o tudo a que chamamos vida.

Às vezes seguimos caminhos que nos levam a outros não tão bons, em outros tudo parece cair no sítio certo e acreditamos em algo chamado de 'destino', na realidade tudo está nas nossas mãos, e quando não está fazemos estar, lutamos, reflectimos, agimos. Tomamos controlo do que realmente queremos quando realmente estamos sós na nossa mente, no silêncio de um outrora perdido e de um possível depois.

Boas energias.

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